Zappters Protagonistas

Episódio #9: André Gomes (Vô).

Bem-vind_ ao Zappters Protagonistas!

Nesta série você tem a oportunidade de conhecer a história dos talentos da Zappts, empresa 100% remota focada em projetos de transformação digital de grandes marcas.

Você perdeu nosso último episódio? Confira a história do Otaviano no Episódio #8: Um litro de café, 10 pedaços de pizza e muitas linhas de código.

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Nosso entrevistado desta semana foi o André Gomes, também conhecido, ou apenas conhecido, como Vô.

Ele começou na Zappts em 2018 como desenvolvedor Android, mas atualmente é desenvolvedor Back-end.

Antes de solucionar o mistério de seu peculiar apelido, Vô começou nossa entrevista contando, em terceira pessoa, como sua jornada pelo mundo da tecnologia havia começado.

“O Vô, adolescente, não fazia ideia do que queria da vida. Até que no curso do SENAI teve acesso às matérias de eletrônica. Eu fazia programação em assembly para um chip CI555.”

O sistema basicamente ‘printava’ o nome de Vô, André Gomes, na tela lcd de 16x2 do dispositivo que havia sido soldado em placa fixa.

O primeiro projeto de Vô

“Minha cabeça explodiu. Como um negócio tão pequenininho podia fazer tantas coisas. O Vô ficou eufórico. Comecei a procurar cursos na época e descobri que poderia aprender mais na FATEC de São José dos Campos.

O Vô nos contou que descobriu a programação por acidente.

Ele já havia feito o curso de administração na Cephas, Inglês e diversos outros cursos no Senai.

“Tinha um desafio de xadrez que eu gostava muito, então na época da faculdade vi que poderia replicar o jogo usando Java. Foi a primeira vez que eu recebi um requisito aberto e criei uma coisa real.”

Nesse momento Vô percebeu que estava no caminho certo e que aquele era apenas o início da sua jornada como desenvolvedor.

“Uma vez que se aprende esse processo de pensar nas possíveis soluções para um problema, é só questão de adaptar para a sintaxe/linguagem da tecnologia que você tem para desenvolver. Tem linguagem melhor ou pior? Simples ou verbosa? Tem, mas a lógica para resolver o problema sempre será o mais importante.”

Nosso protagonista da semana nos contou como foi sua primeira experiência profissional e como as conexões do passado seriam fundamentais para as conexões do presente.

“Quando eu estava no ensino superior, entrei no processo seletivo de uma empresa de São José dos Campos que era parceira da faculdade, o INPE. Eles fizeram um esquema de 2 semanas de curso/processo seletivo, eu fui selecionado pra fazer parte da equipe de 10 estagiários.

Vô então foi trabalhar no INPE, programando com C++ para um projeto que realizava o monitoramento de queimada na Amazônia.

“Lembro de um teste de processamento de imagem que tinha mais de 11 gigas. Era um mapa completo da cidade onde você conseguia dar um zoom tão grande que dava pra ler o que estava escrito na placa das avenidas".

O software em questão continua disponível no site do INPE, e se chama Terra Amazon.

“Nesse projeto eu conheci a Carolzinha, e anos depois iríamos trabalhar juntos aqui na Zappts”.

Neste meio tempo nosso protagonista foi estudar mais Android e ficou sabendo que a Zappts era uma empresa do Vale do Paraíba que desenvolvia aplicativos para diversas empresas.

“Ai eu tive meu primeiro contato com o Rodrigo - sócio da Zappts. Eu comecei na empresa como desenvolver android, mas hoje estou com desenvolvedor back-end”.

Vô nos contou um segredo precioso para quem ainda vai ser entrevistado pelo Rodrigo. Ele  descobriu que o Rodrigo sempre faz a mesma pergunta para os candidatos, mas por sorte ele não conseguiu fazer a pergunta.

“Basicamente ele queria saber quantos metros quadrados tem a sala onde os candidatos estão fazendo a entrevista, com o objetivo de ver como os candidatos solucionam a questão. Como eu tava em uma área externa, tipo um parque, ele não conseguiu fazer a pergunta pra mim”

Vô, engraçado que só ele, nos contou também outra história hilária que aconteceu durante seus primeiros meses de Zappter.

“Quando eu fui conhecer a Zappts foi muito bacana. O Rodrigo me passou o endereço e eu, ao buscar no google maps, percebi que o local se tratava de um estúdio de tatuagem. Tinha até câmera 3D dentro do estúdio, então eu consegui ‘andar’ pela casa que teoricamente era a Zappts.”

Sim, a sede da Zappts antigamente era um estúdio de tatuagem. Na época da entrevista de Vô, o google maps ainda estava com as imagens antigas, de anos passados, em sua versão.

“Quando eu entrei na Zappts éramos uns 6 praticamente. Um dos projetos que eu peguei tinha a ver com câmeras de segurança. Até que em um dia fatídico, ao subir as escadas do escritório, eu caí e derrubei café em todo o chão. E sim, a câmera registrou tudo”.

Segundo Vô foi um episódio “miserável”.

Ninguém havia visto o que acabara de acontecer, mas como ele tinha acesso às câmeras da empresa, rapidamente fez download e jogou no grupo de whatsapp da empresa para ver a reação das pessoas.

“Depois que eu mandei o vídeo nós perdemos a tarde. O pessoal riu tanto, mas tanto, que o resto de tarde foi praticamente perdido com crises de risos”.

Ainda desenvolvedor mobile nessa época, Vô então teve a oportunidade de aprender mais sobre back-end na Zappts.

“Surgiu a oportunidade de trabalhar com back-end para um novo cliente que a Zappts havia conquistado. Foi muito massa, o Rodrigo me ajudou e ensinou demais.”

Agora apaixonado por AWS, nosso protagonista caiu de cabeça nos estudos e aprendeu mais sobre novas linguagens que nunca antes havia praticado. 

“Linguagem pra mim é sintaxe, é questão de preferência, a gente se adapta. Agora, a lógica de programação é a raiz da questão. Entender a necessidade de um cliente, pensar em todas as possibilidade possíveis e impossíveis, para depois então transformá-la em um projeto digital... isso sim é muito massa”. 

Além de falar em terceira pessoa, o Vô também é uma das pessoas mais requisitadas na empresa.

“A galera aqui na empresa me chama no Discord ou no teams a cada 5 minutos, é impressionante. 

Vô disse que no início da sua jornada na Zappts, como haviam poucos desenvolvedores, o pessoal tinha que se virar em diversas tecnologias e funções.

“No início não tinha squad leader, QA, era só desenvolvedor. Então acabei fazendo de tudo um pouco. Da mesma forma que o Rodrigo me ajudou muito quando eu cheguei, hoje eu ajudo os juniors da empresa. Praticamente todo o dia alguém me chama pra tirar uma dúvida”

Bom, a parte mais esperada desta publicação chegou. É o momento de explicarmos por que André Gomes é conhecido como Vô.

“Dizem que eu já nasci com cabelo branco. Meu irmão também. Ele usou remédio e funcionou, mas comigo não. Eu lembro de ter 6 anos e reconhecer que sim, eu já tinha cabelo branco”.

Agora, imaginem os apelidos recebidos por André durante sua infância.

“Criança é fogo. Eles me chamavam de velho, barba branca (além de cabelo branco, eu era vesgo do olho direito, então eu usei tampão por um tempo), me chamavam de pirata, de pirata velho, e por ia ia”.

Até o final do ensino médio Vô mudou mais de 10 vezes de escola, e para minimizar a quantidade de apelidos ele já se apresentava como “Vô”.

“Na faculdade eu também me apresentava como Vô, mas fiz um experimento social de não contar pra ninguém da Zappts meu apelido eterno”.

Pois bem. Até que um belo dia, um dos professores da faculdade foi visitar a Zappts e reconheceu André entre os colaboradores.

“Todo mundo me chamava de André, era até estranho. Até que esse professor entrou na sala do trabalho um dia e me denunciou: Ei, vc é o Vô, né?! Pronto, o apelido voltou”.

Atualmente apenas um membro da família de André o chama pelo nome.

“Meu pai me chama de filhão, minha mãe de primogênito. Acho que só meu irmão me chama de André”.

Agora falando um pouco de hobby, nosso protagonista nos contou que a única vez que ele fez um gol foi por acaso.

“Foi no colégio. Eu fui tentar chutar a bola e escorreguei, mas com isso acabei lançando a bola em direção ao gol. Foi o único gol da minha vida.”

Mas hobby de verdade mesmo, para o Vô, era e ainda é o videogame.

“Eu jogava Pitfall no Atari com meu pai quando tinha uns 6, 7 anos. Depois veio a época do Mega Drive, Playstation. Hoje eu jogo mas meu pai só assiste mesmo”.

Nosso protagonista nos contou que no início da pandemia ele e outros Zappters se uniram para jogar LOL - League of Legends - durante as noites, e até hoje o pessoal joga.

“Meu hobby principal é jogar. Tem tempo que não jogo um LOLzinho com o pessoal da empresa”. 

Segundo Vô, “sedentarismo é um estilo de vida”. Foi nos jogos eletrônicos que ele encontrou seu esporte favorito.

Agora você deve estar se perguntando, mas e os tais “lendários comites” do título dessa publicação?

Vamos lá!

“No meu primeiro emprego eu cometi uma super gafe no script do compilador de um software. Quando não dava certo eu comentava um palavrão pra sinalizar que havia um erro. F#$%1 , 2, 3… Acabou que a versão com palavrão foi ao ar e foi motivo de piada entre o pessoal do meu antigo emprego”.

Ainda falando sobre fatos curiosos, Vô nos contou sobre o dia em que uma árvore caiu em seu carro, em frente ao escritório da Zappts.

“Na mesma semana que eu caí da escada, caiu uma árvore no meu carro. Ventou tanto esse dia que moveu até a mesa de ping pong que tinha no escritório. Aquela foi uma semana de fortes emoções”.

Nós ficamos muito felizes por contar com Zappters como o Vô, e desejamos que ele possa seguir sua jornada com tranquilidade e principalmente sorte. 

Você perdeu nosso 8º episódio? Confira a história do Otaviano no Episódio #8:Um litro de café, 10 pedaços de pizza e muitas linhas de código.

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